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Rita Lee - Amor e Sexo UM ESTRANHO PERFEITO
Conheci André numa sala qualquer de bate-papo. Um domingo qualquer em que chovia tanto que se tornava impossível sair de casa. Em meio a tantos nomes um nome que nem de longe despertaria a minha atenção me chamava para conversar. Depois de muita insistência, eu resolvi conversar com aquela pessoa logo me convidou para um bate- papo no reservado. Resolvi adicioná-lo no Messenger, que é um sistema mais rápido para conversar e dentro de poucos instantes o nosso acalorado bate-papo continuava. Aquele moço começava a mexer com a minha cabeça. A minha pele ardia de desejo por aquele desconhecido. Ele dizia coisas que me deixavam em estado de agonia, pois o meu corpo desejava ter ao vivo o que ele me dizia virtualmente. Algumas semanas se passaram e ambos comentávamos que após tantas conversas picantes, nos sentíamos mal com os corpos em brasa pelo desejo reprimido. Ai eu soltei a cartada final: ou nos encontrávamos naquele dia ou então eu não queria mais falar com ele! E então uma Janete incrédula ouviu o convite: - Então venha que estou a sua espera! Pedi um tempo de duas horas e me arrumei para encontrá-lo. Após quatro horas para encontrar finalmente a casa onde ele morava eu me deparei com aquele rapaz moreno que tanta chamara a minha atenção. Me cumprimentou com um beijo no rosto, convidando-me para entrar. Conversamos muito naquela tarde até que ele me perguntou se gostaria de tomar uma cerveja. Respondi que sim e ele saiu para comprar me deixando sozinha na casa dele. Fiquei a sua espera e depois de eternos vinte minutos ele estava de volta e começamos a tomar nossa cerveja. Aquela situação estava mexendo com os meus nervos. Pela primeira vez eu não queria saber de conversa, queria sentir ao vivo e a cores as emoções que ele me fazia sentir pela tela do computador. Levantei-me da cadeira onde estava, e fiquei a sua frente observando-o. Ele me olhou e levantando-se, veio em minha direção, me abraçou e me deu um, beijo. Me deixei abandonar naqueles braços que eram quentes e acolhedores, mas não eram suficientes para o meu desejo. Arranquei a sua camisa e ele tirou a minha blusa e nos beijamos com loucura. Era sensacional o tesão que aquele homem que eu conhecia há menos de quatro horas me fazia sentir. Deixei que me arrastasse para o colchão que já estava preparado ali mesmo na varanda e ele me penetrou com aquele músculo perfeito que se encaixava em mim com perfeita exatidão. O movimento incessante de vai e vem me fazia gemer e xingar todas as palavras que me vinham a mente. Nunca tinha feito o que até então chamava de amor vagabundo, mas de repente eu me dei conta que xingar aquele homem me dava tanto tesão que passei a me comportar como uma mulher sem princípios, xingando-o de cachorro, vagabundo, salafrário entre tantos outros nomes. À medida que eu o xingava ele me dizia outros tantos nomes me deixando alucinada de prazer. A força com que aquele homem entrava e saia de dentro de mim, me fazia gritar, gemer e pedir cada vez mais que entrasse com mais força. Tansamos como loucos a tarde toda, até me render no colchão exausta pelo esforço despendido, mas realizada, totalmente realizada. Despedimo-nos na porta de sua casa e voltei para minha casa com uma deliciosa sensação de saciedade. Bendito computador, bendita internet... Escrito por Doce Aninha às 17h28 [] [envie esta mensagem] |